segunda-feira, 1 de setembro de 2014

A visão de integralidade salva vidas


Vemos pessoas perdidas na busca do que lhes dê contentamento, procuram em vão a felicidade, como disse Luther King, a colocam justamente onde não estão, a põe sempre em outro lugar. Observa-se a rejeição das almas a não quererem perceber onde realmente mora a paz, a alegria, e que denominam num pacote único de felicidade.

 O desespero por não encontra-la leva os indivíduos à desesperança, a tristeza, ao desespero e ao desejo de morte, sem entender que na ilusão que vivemos, podemos estarmos mortos aqui, mas vivos em tantos outras dimensões, pois na velocidade da luz, a relação que temos com as outras moradas não obedece à visão de tempo e espaço que temos aqui.

Parece viagem falar e pensar assim, mas com a física atual, avançando cada vez mais, vem mostrando as diversas possibilidades da nossa existência, é impossível com a nova perspectiva quântica defender que aqui seja a única realidade a ser vivida,

Buscando entender o ser humano nas suas multidimensões, e com a visão de integralidade, o aqui e agora, ontem e o amanhã se misturam, e o que vivemos concorre com o ciclo que estamos, porque tudo interage para que haja completude. Enfim para que sintamos a Essência em sua plenitude.

Como imaginar viver esta vida e nada mais, o sentido de tudo que fazemos, lutamos ou defendemos, perderia o sabor de conquistar dias melhores, e como imaginar que tudo isso é fruto do acaso, se assim fosse que Leis regem o acaso, o que está por trás dele para explicar a ordem que existe no universo.

Felizes os que acreditam na imortalidade da alma, que a vida não é isso que vivemos simplesmente, que as virtudes nos levam a dias melhores, o alento que essas verdades dão a alma faz sentir e perceber algo além do que a nossa visão, e percepção limitada da realidade, alcança.

O ser que se entende como energia em movimento no ciclo da vida que não perece, não acaba só se transforma ciclicamente, continuamente em espiral ascendente, sente o avanço e se esforça para persistir na sua jornada, sem perder tempo em buscar justificativas para aquilo que a prepotência e vaidade humana dizem dominar.

Essa visão nada religiosa, muito mais filosófica, faz as almas viverem sem buscar prazeres efêmeros pura e simplesmente, pois sabem que a real felicidade não pertence a esse teatro no qual somos personagens temporários dessa existência, nos faz continuar se burilando para atingir patamares sublimes da plenitude, e por isso não se excluem da vida, a vivem intensamente  até seu ultimo gole, pois sabem que depois tem mais o que viver, e o que vier depende do que fizer aqui neste cenário.

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