quinta-feira, 30 de agosto de 2018

A Eterna busca


                                                                              A Eterna busca.....


Quase um ano que uma mensagem foi postada. Esse cantinho ficou reservado para transmitir os sentimentos que afloram na alma enquanto experêncio essa jornada terrestre. 

Vivo uma dualidade, me senti pertencente a este planeta ou a lugar algum, talvez a um bem distante desse que me encontro. Sinto-me verdadeiramente, sem dúvidas, que sou pertencente de fato é ao Universo. Aqui é apenas mais uma das grandes Moradas do Pai. 

A Escola da Vida, nesse momento na Terra, é crucial para nossa  alma conquistar as próximas trilhas, estágios,  seja o nome que possamos dar a escolas/moradas para continuar a jornada evolutiva. 

Deixando registrado em ambiente virtual, podendo está disponível para alguém ler, é acreditando que os que cheguem aqui sejam buscadores como eu, e encontre nessas palavras a ressonância de sua história, e os ajude também a refletir. 

As vivências múltiplas em tantos ambientes que a Vida me coloca são testes constantes, para perceber quem sou como ajo diante do que penso que sou. Atenta as reações vou descobrindo como realmente sou. Mudando de postura, a depender do ambiente, a ação denúncia: a minha flexibilidade ou a minha falsidade. Reflito e sigo com a conclusão que pode ser verdadeira ou mais uma ilusão que me colocará novamente em outra oportunidade similar, e será mais um teste para realmente perceber quem sou. Observo atenta que muitas situações retornaram, porque não conseguir sair delas, o ciclo continua. Em outras, contudo respiro forte e livre, vejo que me libertei ao não repetir padrões antigos e desnecessários.  

O sentimento de liberdade ao se liberar do que não mais precisa me faz renovada na ação, é um peso a menos que se retira da carga que levamos, por não dar atenção a nós mesmos, a dualidade de reações e ações que praticamos antinomicas, paradoxais, enfim sem perceber, insistimos em levar conosco nossas contradições, fruto ainda da falta de nossa unicidade, quando a caminhada pode ser com leveza e simplicidade.