Ser feliz não é ter uma vida perfeita,
não é realizar os planos dos outros, nem muito menos os nossos baseados nos
padrões da sociedade doente que na materialidade esqueceu que só estamos aqui
para aprender a nos amar, e busca na superficialidade demonstrar seus feitos,
suas conquistas, no exibicionismo do ego.
Perceber que temos a mesma estrutura,
partimos do mesmo Princípio Criador e que na caminhada precisamos é aprender a
caminhar, que o alvo seja ele qual for, que possamos atingir nas diversas etapas
da vida, são apenas estações na longa jornada que é eterna, mudamos de padrão vibratório,
mais nada.
Festejamos conquistas como se fossem
apenas nossas, mas são de todos, estivemos no leme da nau que levou ao feito,
mas para chegar ao destino muitos participaram, por pouco ou muito tempo, sozinho
ninguém chega a lugar nenhum. Na ingratidão há aquelas pessoas na inconsciência
em que vivem, sequer lembra que até a roupa que veste alguém plantou o algodão,
outro colheu, outro na fabrica ajudou com maquinas tecer a peça do vestuário
que foi levado por transportadores a lojas, para que um dia adquirisse o
produto para vestir.
Como não enxergar a grande cadeia
que nos une? Como viver sem agradecer do Principio a todos que no meio do
caminho deu sua contribuição direta ou indireta para atingirmos as nossas
metas? E essas conquistas deveriam sempre ser embutidas de construções de
cooperação a todos que encontramos na jornada, de auxilio uns a outros para
atingir onde todos na realidade precisam chegar, e necessita ser permeada
de gratidão, paciência, altruísmo, solidariedade, humildade, simplicidade, paz
e Amor. Elementos poderosos construtores da real felicidade.
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